Primeiro finalista do Soletrando 2011, Izael Francisco de Araújo, de 14 anos, é da cidade de Cocal dos Alves, e representa o estado do Piauí. O Izael está cursando a 8ª série / 9º ano, na Unidade Escolar Teotônio Ferreira Brandão.
sábado, 16 de abril de 2011
Piauiense é o grande campeão do "Soletrando"
Conheça mais sobre os finalistas do Soletrando 2011.

Primeiro finalista do Soletrando 2011, Izael Francisco de Araújo, de 14 anos, é da cidade de Cocal dos Alves, e representa o estado do Piauí. O Izael está cursando a 8ª série / 9º ano, na Unidade Escolar Teotônio Ferreira Brandão.
Primeiro finalista do Soletrando 2011, Izael Francisco de Araújo, de 14 anos, é da cidade de Cocal dos Alves, e representa o estado do Piauí. O Izael está cursando a 8ª série / 9º ano, na Unidade Escolar Teotônio Ferreira Brandão.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Professores enterram a governadora Roseana em ato simbólico
O enterro simbólico da governadora Roseana Sarney, com direito a cortejo fúnebre pelas ruas do Centro de São Luís, foi a demonstração do sentimento de revolta dos trabalhadores da educação com a postura do executivo estadual com relação à educação e ao tratamento dispensado aos educadores, em greve há mais de quarenta dias, reivindicando a implantação do Estatuto do Educador , além do piso salarial, previsto em Lei.
“Esse enterro simboliza o enterro de todas as políticas do governo que prejudicam a educação e os trabalhadores”, disse o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, que ajudou a carregar o caixão onde os educadores colocaram, simbolicamente, a governadora.
O protesto dos professores teve início na Praça Deodoro, onde vários trabalhadores usaram a palavra para denunciar à população os problemas que os educadores enfrentam no dia-a-dia na rede estadual de educação e a falta de compromisso do governo em garantir melhorias salariais que valorizam a carreira do professor, como o piso salarial e o Estatuto do Educador.
Uma grande passeata, simbolizando o cortejo fúnebre para o enterro da governadora, seguiu pela Beira Mar até o Palácio dos Leões, onde os educadores realizaram várias formas de protesto, como velas acesas ao redor do caixão, ritual religioso de sepultamento e a leitura de um testamento, no qual a governadora deixa para os alunos escolas em condições precárias, falta de espaços para o esporte, laboratórios de química e de informática que não funcionam, falta de professores e aprendizagem precária, com professores dando aulas de disciplinas para as quais não estão habilitados.
Para o educador, de acordo com o testamento, a governadora deixa um Estatuto sem assinatura e um piso salarial abaixo do chão.
“Queremos simbolizar o enterro de todas as políticas utilizadas pela governadora contra os trabalhadores e contra a educação ao longo dos anos”, exclamou a professora Elinaura, de Rosário, município onde o gestor regional de educação baixou resolução com ameaças de punição contra os professores que aderiram à greve.
“Esse enterro simboliza o enterro de todas as políticas do governo que prejudicam a educação e os trabalhadores”, disse o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro, que ajudou a carregar o caixão onde os educadores colocaram, simbolicamente, a governadora.
O protesto dos professores teve início na Praça Deodoro, onde vários trabalhadores usaram a palavra para denunciar à população os problemas que os educadores enfrentam no dia-a-dia na rede estadual de educação e a falta de compromisso do governo em garantir melhorias salariais que valorizam a carreira do professor, como o piso salarial e o Estatuto do Educador.
Uma grande passeata, simbolizando o cortejo fúnebre para o enterro da governadora, seguiu pela Beira Mar até o Palácio dos Leões, onde os educadores realizaram várias formas de protesto, como velas acesas ao redor do caixão, ritual religioso de sepultamento e a leitura de um testamento, no qual a governadora deixa para os alunos escolas em condições precárias, falta de espaços para o esporte, laboratórios de química e de informática que não funcionam, falta de professores e aprendizagem precária, com professores dando aulas de disciplinas para as quais não estão habilitados.
Para o educador, de acordo com o testamento, a governadora deixa um Estatuto sem assinatura e um piso salarial abaixo do chão.
“Queremos simbolizar o enterro de todas as políticas utilizadas pela governadora contra os trabalhadores e contra a educação ao longo dos anos”, exclamou a professora Elinaura, de Rosário, município onde o gestor regional de educação baixou resolução com ameaças de punição contra os professores que aderiram à greve.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Show Paula Fernandes nesta sexta em Imperatriz-MA
O show de Paula Fernandes vai mesmo acontecer aqui na “terra do frei”, a mineira de 25 anos é compositora e instrumentista, já foi indicada ao Prêmio TIM de Música e soma mais de 1 milhão de visualizações dos novos clipes. No flyer, nota-se uma marca nova ao lado da Rádio Terra FM, trata-se da Academia do Show Eventos e Produções, uma empresa de sonorização e iluminação que atua no mercado do Show Business, instalada em São Luis-MA. As duas marcas são responsáveis pela vida da cantora ao Maranhão, sendo o primeiro show em Imperatriz na sexta-feira e no dia seguinte no Nova Batuque Brasil na ilha do amor. Em nossa cidade o show será no Parque de Exposições e será preparado uma área em frente ao palco para mesas VIPs (4 pessoas) pela bagatela de R$ 250, o valor do ingresso normal (pista) é de R$ 25 e depois de estar dentro da arena de shows, se você desejar ter acesso à área VIP (das mesas), haverá venda de pulseiras VIPs à R$ 20.
ESTRADA PAULO RAMOS ARAME
Veja as fotos da estrada que a governadora Roseana Sarney pagou cerca de 100 milhões de reais pela a mesma.
Esperamos que a de João Lisboa a Imperatriz, também não seja abandonada e os recursos desviados(se já não foram).
Esperamos que a de João Lisboa a Imperatriz, também não seja abandonada e os recursos desviados(se já não foram).
Deputados recebem professores e discutem fim de greve

Professores voltaram a se reunir nesta terça-feira, 12, na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa, em mais uma tentativa de chegar a um consenso que dê fim à greve. Houve avanço com a apresentação de duas propostas, uma por parte dos grevistas, representados pelas lideranças do Sindicato dos Professores (Sinproesemma), e outra do governo.
A proposta do governo foi apresentada, durante a reunião, pelo presidente da Comissão de Educação, deputado César Pires (PMDB). O governo propõe às lideranças dos professores que suspendam a greve e aguardem até o final de uma reunião que acontecerá em Brasília, no dia 27 de abril, entre o MEC e todos os secretários de Educação do país, quando serão analisados os impactos que a recente decisão do STF, regulamentando o piso nacional dos professores, causará no orçamento dos estados.
De acordo com César Pires, o governo do Maranhão não se recusa a pagar o piso salarial nacional, mas precisa ter dados concretos sobre os reflexos que este aumento pode causar na folha orçamentária. Ele explicou que a sua posição, como presidente da Comissão, é apenas de interlocutor entre os dois lados, na tentativa de buscar um consenso. “O meu compromisso é com a educação de qualidade no Maranhão”, disse.
As lideranças dos professores grevistas rejeitaram de imediato a proposta do governo apresentada na reunião e decidiram manter a greve. Também apresentaram a contraproposta: eles retornarão às salas de aula se o governo aceitar pagar o piso nacional da categoria, além de implantar o Estatuto do Magistério com todas as conquistas.
Ao final, ficou acordado que até amanhã a proposta dos professores será levada pelos membros da Comissão de Educação da Assembleia à secretária de Olga Simão (Educação) para ser analisada.
EXPLICAÇÕES
A reunião durou mais de duas horas para que os professores pudessem expor aos deputados os novos direcionamentos da greve a partir da decisão do STF, datada do dia 6 de abril, que garantiu a constitucionalidade da Lei 11.738/2008, na parte que regulamenta o piso salarial nacional (vencimento inicial) para professores da educação básica da rede pública.
O julgamento, em Brasília, ocorreu durante a análise da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167, ajuizada em 2008 pelos governos dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará.
Marcelo Pinto, um dos líderes grevistas, explicou que se a lei do piso salarial efetivamente for cumprida, os professores do Maranhão passarão a ter vencimento cerca de 30% mais alto do que o piso atual aplicado no estado. Este percentual é maior do que aquele que está sendo pleiteado desde o início da greve.
César Pires afirmou que o atendimento do pleito dependerá da capacidade financeira e que outros estados da federação enfrentam o mesmo problema, daí a proposta do governo para que os professores suspendam a greve até o resultado da reunião que acontecerá no dia 27.
Além de César Pires, a reunião contou com a presença de mais quatro deputados da Comissão de Educação: André Fufuca (PSDB), Bira do Pindaré (PT), Luciano Leitoa (PDT) e Roberto Costa (PMDB). Também presentes, os deputados Rubens Junior (PC do B), Carlos Amorim (PDT), Valéria Macedo (PDT) e Cleide Coutinho (PSB).
Todos os parlamentares presentes à reunião se mostraram dispostos e apresentaram sugestões na tentativa de acabar com o impasse para que professores retornem às aulas.
Bira repudia decisões do Estado sobre greve dos professores
O deputado Bira do Pindaré utilizou o pequeno expediente da Assembleia Legislativa, na tarde desta segunda-feira (11), para registrar sua viagem a Imperatriz no fim de semana. Na oportunidade ele participou de uma assembleia com os professores da rede estadual de ensino que estão em greve há mais de 40 dias. O parlamentar repudiou algumas decisões do diretor regional de educação na região tocantina, Agostinho Noleto. Bira lamentou que o diretor tenha criado artifícios para prejudicar o movimento, prometendo demissões de professores engajados na greve e corte dos pontos dos faltosos.
“Eu participei de vários movimentos grevistas, tenho experiência. Posso afirmar que greve é igual massa de pão quanto mais batem nela, mais ela incha. Esse problema só será resolvido com o diálogo entre a secretaria e o sindicato. A Secretária tem que entender que os jovens estão sofrendo pela falta de aula”, declarou Bira.
De acordo com o parlamentar a proposta da Secretaria de Educação é absurda. “Ela sugeriu aos professores e professoras que primeiro suspendessem a greve, para depois negociar. Nunca vi isso, nunca vi isso. O que é possível nesse momento, mais de 30 dias, 45 dias praticamente de greve é que haja um gesto por parte do Governo, uma sinalização”, afirmou.
Bira condenou as tentativas de desprestigiar a greve, transformando-a em política. “Disseram que a data de deflagração da greve foi precipitada, no entanto, já se negociava, desde 2009, com o governo, desde que a governadora assumiu”, argumentou.
Para concluir o pronunciamento, o deputado lembrou a decisão do STF, que legaliza a aplicação do Piso Nacional na Categoria dos professores. “O piso da tabela é inferior a tabela nacional ao mínimo condicional dos professores, como também os milhares de contratados do Estado, que nós sabemos que agora mesmo renovamos essa autorização de maneira inconsequente, eu diria, esse direito do Governo de contratar de maneira provisória. Esses também não recebem o piso salarial, portanto nós temos para mais de 14 mil profissionais recebendo menos que o piso salarial”.
AL aprova pedido de informações sobre construção de 72 hospitais
A Assembleia Legislativa aprovou, na tarde desta segunda-feira (11), o pedido de requerimento nº083/2011, de autoria do deputado estadual Bira do Pindaré (PT). O parlamentar requeria que após ouvida a mesa, fosse encaminhado um ofício ao secretário de Saúde, Ricardo Murad, solicitando informações sobre a construção dos 72 hospitais anunciados pelo governo estadual através do programa Viva Saúde. O deputado elencou as principais dúvidas que poderiam ser elucidadas pelo Secretário. “Primeiro: que tipo de hospital está sendo construído ou que tipos de hospitais estão sendo construídos se são de média, ou de alta complexidade, se são de emergência. Segunda questão: em quais municípios estão sendo construídos. Terceira questão: qual o estágio em que se encontram cada obra e o valor de cada uma delas. Quarta questão: qual a previsão de funcionamentos destes hospitais e quantos profissionais, médicos, enfermeiros, auxiliares e demais profissionais da área serão necessários para o funcionamento dos respectivos hospitais”, enumerou Bira.
Ele justificou seu pedido fazendo referência à reportagem exibida no programa Globo Repórter. “Todos ficamos alarmados por mais uma vez o Maranhão ser a vitrine das desgraças deste país”, argumentou. Bira também lembrou o fechamento da emergência oncológica do Hospital Aldenora Bello e ponderou que isso ocorreu em decorrência da suspensão ou do cancelamento do convênio que havia com o governo do estado.
“Eu conclamo esta Casa, para que possamos obter as informações do Secretário e, a partir de então, a gente possa ajudar na solução dessa problemática tão grave, que é a saúde pública no Maranhão”, clamou Bira do Pindaré.
A deputada Cleide Coutinho (PSB) e os deputados Marcelo Tavares (PSB) e Luciano Leitoa (PDT), encaminharam a favor do parecer proposto por Bira. “Nós estamos em abril e a gente não sabe realmente porque não acabou, quais são os que estão acabados, quais são os que estão em funcionamento, até para gente, como deputados e representantes das regiões, encaminharmos os nossos pacientes”, argumentou a deputada de oposição.
Luciano mostrou-se preocupado com o atraso no prazo de entrega dos hospitais e advertiu que esse pedido de informações do deputado Bira é prerrogativa do mandato. “Eu tenho certeza de que essas informações solicitadas, através de um Requerimento, que é a prerrogativa do próprio Deputado e a discussão também é uma prerrogativa em cima dos Requerimentos, é que nos faz vir aqui poder fazer a defesa da aprovação dos Requerimentos”, lembrou o Deputado.
Marcelo Tavares encaminhou a favor do pedido de informações pela liderança da oposição e destacou a importância da Assembleia Legislativa na fiscalização da secretaria de saúde. “Chegou à hora de esta Casa intervir nesse processo, porque os maranhenses estão morrendo por falta de atendimento; porque o Socorrão I e o Socorrão II não suportam mais tamanha demanda, uma vez que o Estado do Piauí já não recebe mais os maranhenses. Ou esta Casa vai abrir mão das suas prerrogativas e entregar o cheque em branco para que a Secretaria de Saúde faça um desmando atrás do outro, uma dispensa atrás da outra? É o Pan Diamante, o Pan Cidade Operária, são 72 hospitais que não terminam e não há nenhum critério”, cobrou o líder.
Fonte: AL - Maranhão
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Adversário dos Sarney, Jackson Lago, ex-governador do Maranhão, morre aos 76 anos
O ex-governador do Maranhão Jackson Lago, 76, morreu no final da tarde desta segunda-feira (4) em São Paulo. Ele estava internado no Hospital do Coração (HCor) desde a quarta-feira passada (30) em razão de problemas respiratórios decorrentes de um tratamento contra o câncer de próstata.
O pedetista estava se tratando em São Paulo desde outubro do ano passado, logo após ter sido derrotado por Roseana Sarney (PMDB) na disputa pelo governo do Estado. O corpo de Jackson será trasladado para São Luís, onde deverá ser velado na sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT).
O pedetista estava se tratando em São Paulo desde outubro do ano passado, logo após ter sido derrotado por Roseana Sarney (PMDB) na disputa pelo governo do Estado. O corpo de Jackson será trasladado para São Luís, onde deverá ser velado na sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT).
Biografia
Nascido em Pedreiras, no interior maranhense, Jackson Kleper Lago começou a carreira política na década de 1960 enfrentando o regime militar apoiado por Sarney, vencedor do embate contra a oligarquia de Vitorino Freire, que passou 20 anos no poder. Sempre teve como guru político o fundador do seu partido, Leonel Brizola (1922-2004), que também faz parte de uma das grandes tragédias de sua vida.
Há cerca de 30 anos, "doutor Jackson", como é conhecido no Maranhão, dirigiu de São Luís até o Uruguai para visitar Brizola. Na entrada da cidade de onde saiu, sofreu um acidente no qual morreu sua primeira mulher. Ele próprio ficou em coma por meses. Tornou-se fundador do PDT no Maranhão, tendo como plataforma o sindicato dos médicos maranhenses.
Em 2006, teve a mais surpreendente vitória política de sua carreira: derrotou a senadora Roseana Sarney, então filiada ao PFL e hoje no PMDB, para destronar o clã Sarney do governo estadual depois de um domínio de mais de 40 anos. Nem o apoio do então presidente e ex-aliado Luiz Inácio Lula da Silva à rival conseguiu impedi-lo de chegar ao Palácio dos Leões por estreita margem de votos.
Na época, Jackson disse que ele e o petista Jaques Wagner na Bahia provavam “a queda dos dois últimos bastiões do coronelismo político”. Contudo, em 2009 o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou os mandatos de Jackson e de seu vice, Luis Carlos Porto, por abuso de poder e compra de votos. Ele relutou, mas acabou cedendo o cargo a Roseana, que acabou reeleita no ano passado.
Há cerca de 30 anos, "doutor Jackson", como é conhecido no Maranhão, dirigiu de São Luís até o Uruguai para visitar Brizola. Na entrada da cidade de onde saiu, sofreu um acidente no qual morreu sua primeira mulher. Ele próprio ficou em coma por meses. Tornou-se fundador do PDT no Maranhão, tendo como plataforma o sindicato dos médicos maranhenses.
Em 2006, teve a mais surpreendente vitória política de sua carreira: derrotou a senadora Roseana Sarney, então filiada ao PFL e hoje no PMDB, para destronar o clã Sarney do governo estadual depois de um domínio de mais de 40 anos. Nem o apoio do então presidente e ex-aliado Luiz Inácio Lula da Silva à rival conseguiu impedi-lo de chegar ao Palácio dos Leões por estreita margem de votos.
Na época, Jackson disse que ele e o petista Jaques Wagner na Bahia provavam “a queda dos dois últimos bastiões do coronelismo político”. Contudo, em 2009 o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou os mandatos de Jackson e de seu vice, Luis Carlos Porto, por abuso de poder e compra de votos. Ele relutou, mas acabou cedendo o cargo a Roseana, que acabou reeleita no ano passado.
O pedetista foi três vezes prefeito de São Luís e ali teve a maior parte da sua votação para o governo estadual. Fora da política, ele era considerado pioneiro em cirurgias torácicas no Maranhão. Foi também professor da Faculdade de Medicina do Estado.
Fonte: Portal UOL
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