segunda-feira, 28 de março de 2011

Imperatriz Participa do Seminário Estadual de Intersetorialidades do Programa Bolsa Família.


O município de Imperatriz, através do Secretário de Educação Zesiel Ribeiro da Silva, do Coordenador da Frequência Escolar da Educação Etevaldo Alves Lima, e da Coordenadora de Acompanhamento Nutricional da Secretaria de Saúde Dra. Denise Portugal. Os mesmos irão participar do Seminário "Fortalecimento da Intersetorialidade do Programa Bolsa Família no Estado do Maranhão. O referido seminário irá acontecer no auditório do rio Poty Hotel em São Luís, durante dois dias serão debatido as politicas de atençao básica para o fortalecimento do programa bolsa família em cada município do estado.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Professores Massacrados, Executivo, Legislativo, Judiciário e Imprensa massacram os professores

Nunca na história do Maranhão se assistiu a um massacre tão cruel a uma classe que deveria ser prestigiada, estimulada, priorizada e, sobretudo, respeitada como a classe dos professores.
Uma campanha sórdida contra a categoria que usa a greve como único e último instrumento para garantir seus reais interesses e preservar os direitos.
Muito antes da greve dos professores da rede estadual de ensino, deflagrada neste mês, o Governo do Estado sabia previamente da pauta de reivindicação da categoria, que acabou ludibriada.
Os mestres pleiteavam, como ponto principal da pauta, um aumento de 40%, ainda que escalonado. Disto todos sabiam.
Mas o Governo do Estado, no curso das negociações, apresentou um escalonamento que vai além do mandato da atual ocupante do Palácio dos Leões. Um jogada perigosa. Um engôdo futuro, para ser mais verdadeiro.
Bastou o início da greve, o Palácio armou-se com todos os dentes e as garras dos leões para atirar os professores na jaula.
Massificou uma campanha para mostrar que os salários da categoria são os melhores e maiores do país, ao ponto de responsabilizar os professores pelos péssimos índices educacionais no Maranhão.
Se o professor ganha bem, qual a razão da péssima qualidade de ensino? Uma insinuação descabida. Tirou de sí a responsabilidade e jogou nas costas calejadas dos mestres. O educador deveria, sim, ganhar muito mais. E ao governo caberia implantar políticas públicas sérias para o setor e exigir dos professores a execução dos seus programas educacionais.
Mas não parou por aí, não. Usou toda a imprensa alinhada para jogar a sociedade contra os grevistas, principalmente os pais e alunos.
Toda a estrutura da Secom é utilizada diariamente para mostrar que os professores são os bandidos e o governo o mocinho. A que ponto chegamos.
Com o Legislativo, que tem sido sempre um apêndice do Executivo, não poderia ter sido diferente. Acocorada eterno aos desejos do Palácio dos Leões, a Assembléia Legislativa não honrou o nome que tem do guerreiro Manoel Bequimão.
Ensaiaram reuniões como se estivessem na causa dos professores ou mesmo na busca de soluções para o fim da greve. Puro teatro. Os professores foram a sede do Assembléia colocar suas reivindicações. Os deputados foram agachados ao gabinete da secretária de Educação. Quanta disfarçatez.
Aí o Judiciário entrou em campo na condição de árbitro, daqueles que apitam sempre a favor dos mais fortes. O TJ decretou a ilegalidade da greve, alegando que as negociações haviam sido interrompidas antes de esgotadas.
Como antes de esgotadas se todas já sabiam da posição irredutível do Governo do Estado? Então só deve prevalecer a voz e pulso do Estado? Só a ele é dado o direito de negociar como bem entender, sem abrir um milimetro de sua posição?
Em campo, o Judicário arbitrou o pagamento de multas de R$ 50 mil por dia se a greve permanecer. E mais: os descontos em folha de todos os dias parados, que hoje totalizam 18. Não tenho dúvidas: voltamos para o regime militar. Afinal, estamos no Maranhão, terra de quem pode e manda. Uma capitania hereditária.
Como as campanhas na imprensa não levaram a sociedade ao equivoco, foi preciso o Legislativo que nada entende da voz rouca das ruas, da luta dos professores. E por fim, recorreram ao Judicário, o último instrumento para apagar do quadro as reivindicações da classe. Uma lástima.
Do Blog do Luís Cardoso

quarta-feira, 9 de março de 2011

Festival de Marchinhas

Encerrado nesta terça o II Segundo Festtival de Marchinhas realizado pela Fundaçã Cultural de Imperatriz, sob o comando do cantor e compositor Zeca Tocantins.Depois da última eliminatória, a ordem de apresentação da final ficou assim: “Só na Caneca”, de Zé Cláudio; “Imperatriz, minha outra metade”, interpretada por Acássio Reis; “Beija, beija”, de Jô Santos; “A Turma da Fuzarca”, interpretada por Paulo 14;“Besouro Mangangá”, de Javier Maray-aba; e “Amor de Carnaval”, que é de autoria e interpretação de Tuca Maia.
Tuca Maia foi o grande vencedor com a marchinha "Amor de Carnaval" que encantou o público,  mesmo com queda de energia não párou de cantar. Em segundo lugar foi para Javier Maray-aba com "Besouro Mangagá, e em terceiro lugar Zé Cláudio interpretando "Só na Caneca". O festival foi um grande suceso, parabenizamos a Fundação Cultural de Imperatriz e todo Governo pelo grande sucesso do carnaval de Imperatriz.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Morre Petista Histórico " Virgílio Moura"

Faleceu na madrugada deste sábado um dos fundadores do partido dos Trabalhadores em Imperatriz Virgílio Moura, o mesmo estava em Teresina  em tratamento de  um câncer no pâncreas, seu corpo deverá chgar ainda hoje em Imperatriz.
Na foto o mesmo com sua esposa Graça.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

FALTAM PROFESSORES QUALIFICADOS NO ENSINO MÉDIO

Para ensinar, seria esperado que os professores estivessem entre os profissionais mais bem preparados da sociedade, mas indicadores apontam que isso está longe de acontecer. Décadas de salários baixos e relatos de condições de trabalho inadequadas afastaram da carreira a maioria das pessoas com os melhores desempenhos enquanto estudantes. A falta de atratividade da profissão atinge a educação brasileira como um todo, mas provoca consequências ainda mais sérias no ensino médio, como falta de professores especializados.
Uma pesquisa da Fundação Lemann aponta que 30% dos estudantes que decidem ser professores estavam no grupo dos 5% com as piores notas quando eram alunos. “As pessoas que buscam a carreira são, em geral, de classe baixa e ainda vêem o cargo como ascensão social, mas infelizmente carregam pouca bagagem cultural”, comenta Elizabeth Balbachevsky, pesquisadora participante de grupos internacionais na área de educação para jovens e livre docente pela Universidade de São Paulo.
A falta de preparo é mais preocupante no ensino médio. A complexidade dos conteúdos exigiria profissionais com formações específicas e aprofundadas, mas como as escolas não encontram quantidade suficiente no mercado, salas de aula acabam ficando vazias ou docentes de uma área são improvisados em outras para as quais não têm formação adequada.
A primeira opção é mais comum nas redes públicas. Alan Henrique Meira dos Santos, de 16 anos, estudante do 2º ano do ensino médio na escola estadual Irma Annette Marlene Fernandez de Mello, zona leste de São Paulo, afirma que a falta de aulas por ausência de professor é o maior problema que enfrenta para aprender.
O jovem conta que, no ano passado, não teve aula nenhuma sexta-feira. “De português, trocou o professor três vezes e teve aula no máximo durante dois meses”, afirma, enquanto folheia o caderno na tentativa de lembrar de todas as disciplinas que cursa. “Física, o professor vinha, biologia, faltou só um pouco, e filosofia veio quase metade do ano. Inglês, não teve.”
No Recife, o sociólogo Jocimar da Silva procurou trabalho como professor de sociologia no colégio particular Curso Menezes e ganhou também as vagas para ministrar disciplinas de filosofia e espanhol. Segundo ele, mesmo sem ter estudado a didática de ambas, o fato de ter feito um curso de línguas o ajuda nas aulas de espanhol e as outras duas matérias são relacionadas à sua formação. “Foi minha primeira experiência como professor titular. Antes, durante a faculdade, eu tinha feito estágio em escola pública, mas como substituto de matemática”, conta.
Jocimar assumiu todas as três séries do ensino médio e também parte do fundamental. Com isso, passa as manhãs em sala de aula. À tarde, ele tem um segundo emprego como assessor de um vereador. “Por sorte, só vou à Câmara em dias de reuniões e, no restante, trabalho de casa e consigo tempo para ver o material da escola e preparar a aula.”
Empregos múltiplos
A falta de dedicação exclusiva à educação também é mais frequente no ensino médio do que no ensino fundamental ou infantil, segundo pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro, braço do Ibope voltado à educação. Segundo entrevistas realizadas com professores das 10 maiores capitais brasileiras, enquanto 12% dos docentes em geral realizam outro trabalho além de lecionar, no ensino médio, esse porcentual vai para 21%.
Cinthia Rodrigues, iG São Paulo A diretora-executiva da instituição, Ana Lúcia Lima, ainda aponta o fato de os docentes darem aulas em muitas turmas, normalmente superlotadas, como dificultador do trabalho docente. “Há no ensino médio uma parcela maior de professores com melhor formação. Por outro lado, a grade curricular prevê um grande número de disciplinas, com aulas distribuídas ao longo da semana, fazendo com que muitos lecionem em várias turmas, às vezes, dispersas por diferentes escolas”, diz.
Na pesquisa, os docentes do ensino médio também reclamaram de falta de valorização por parte dos pais e alunos e da lotação das várias salas de aula que frequentam. Um educador dessa fase de ensino tem, em média, 402 alunos, com os quais mantém um contato pouco frequente. “Em síntese, é mais crítica a situação dos professores do ensino médio com relação às condições de trabalho e ao desprestígio junto à sociedade”, conclui a diretora do instituto.
Quem tenta melhorar a formação encontra dificuldade
O professor de língua portuguesa da rede estadual de São Paulo, Walmir Siqueira, dá aulas para uma quantidade de estudantes um pouco acima da média registrada pela pesquisa: 440 em 11 turmas diferentes. “As salas de ensino fundamental têm até 35, mas as do ensino médio, todas, recebem mais de 40”, comenta.
Formado em 1994, ele conta que procurou a profissão com a visão que tinha na época: “Ser mestre ainda era algo nobre”, lembra. Em 1995, chegou a receber orientações dentro da escola em que iniciou a carreira. “Tinha um coordenador por disciplina e reuniões semanais para discutir projetos em conjunto”, afirma.
A formação interna foi interrompida no ano seguinte, mas o governo formou uma parceria com universidades para que os professores fizessem pós-graduação. “Comecei e estava adorando, mas o convênio foi interrompido no meio, ninguém ganhou diploma nem nada”, recorda. Empolgado com os estudos, Walmir se matriculou em um curso particular no ano seguinte, mas diz que não concluiu o projeto por falta de tempo e dinheiro.
O professor recebe R$ 1.600 por mês e conta que o salário baixo também o impede de se dedicar mais às dificuldades apresentadas pelos alunos. “Para ganhar isso, dou 31 aulas semanais (o limite permitido pela legislação paulista é de 32). Infelizmente, não sobra tempo para preparar um projeto diferenciado, mais atraente, ou aulas de recuperação, que são obviamente necessárias.”

Cinthia Rodrigues, iG São Paulo

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

PROFESSORES DA REDE ESTADUAL E POLICIAIS CIVIS ENTRARÃO DE GREVE

Em assembleia geral realizada hoje na sede da Fetiema, no período da manhã, os professores decidiram entrar em greve a partir de terça-feira.
Eles reivindicam do governo melhorias salarias que deveriam ser implantadas desde já no Estatuto do Magistério, mas o governo optou por rescalonar os reajustes até 2014.
Os policiais civis também pretendem cruzar os braços também a partir de terça-feira, dia 1º de março. Até o momento a governadora Roseana Sarney não se manifestou a respeito das duas categorias. Pior para milhares de alunos e à população.
Fonte: Luis Cardoso

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Maracujá com Formato de Pênis em São José de Ribamar

A aparência curiosa de uma planta chamou a atenção de moradores do município de São José de Ribamar. O maracujazeiro de apenas dois anos, brotou frutos cujo formato é semelhante à genitália masculina. A dona de casa, Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, é a proprietária do maracujazeiro e explica como tudo começou. "Minha filha me deu as sementes há dois anos. No começo até recusei, pois maracujá dá em todo lugar, mas ela insistiu disse que seria um bom lugar para descansar embaixo da sombra e acabei aceitando", acrescentou. Ela alega que a semente é parecida com a semente do maracujá tradicional, contudo, acha que não é maracujá. "Estou curiosa para saber que gosto tem". 
Segundo dona Maria, os frutos começaram a brotar no mês passado e a descoberta foi feita por seu filho que imediatamente comunicou o fato. "Mamãe, está nascendo um pé de pica no nosso quintal!", contou.
O desenvolvimento da planta deve-se também a extrema dedicação da vizinha Maria Elizabeth da Cruz, que diariamente regava o maracujazeiro. "Eu sempre regava o pé, mas nunca imaginei que fosse ficar nesse formato. É muito estranho e engraçado. Parece muito com aquilo".
Dona Maria Rodrigues afirma que várias pessoas mostraram-se interessadas no cultivo deste exemplar. "Vou distribuir as sementes para as pessoas que me pediram". A visitação tornou-se frequente, porém, sempre sob os olhares atentos da dona. E dentre os curiosos estava o jornalista ribamarense Edson Rêgo, que propôs a divulgação do fruto. Totalmente orgânico

O fato mais intrigante é que Maria Rodrigues nega qualquer tipo de manipulação. "Eu só plantei e ela ficou assim. Meus vizinhos já batizaram de maracujá pica", ressaltou.
Os engenheiros agrônomos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) ficaram surpresos com o fato. Os técnicos da Aged optaram por analisar a planta e posteriormente elaborar um parecer a fim de esclarecer as possíveis causas para a anomalia do maracujazeiro.
Técnicos da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged) visitaram a casa de Maria Rodrigues de Aguiar Farias, em São José de Ribamar, onde um pé de maracujá deu frutos com um formato, no mínimo, curioso.

Durante a visita, os especialistas concluíram que o exemplar pertence à espécie Passiflora quadrangullaris, que em virtude do seu formato, é popularmente conhecido como maracujá-melão. “Esse não é o maracujá amarelinho tradicional. Se trata de outra espécie, cuja polpa é utilizada, sobretudo, em saladas”, ressaltou o agrônomo Francisco Saraiva.

Para a engenheira agrônoma e coordenadora de Defesa Vegetal da Aged, Filomena Antonia de Carvalho, a explicação para o fenômeno é uma alteração genética. “Acreditamos que tenha ocorrido uma mutação nos genes da planta, desde as sementes até os frutos. Em casos como esse, observamos a existência de algum problema no aparelho reprodutor da planta; mas os órgãos deste maracujazeiro estão normais”, explicou.

Segundo o engenheiro agrônomo, Francisco Saraiva, outro fator pode ter influenciado no desenvolvimento dos frutos. “O principal agente polinizador do maracujazeiro é o besouro mamangava, mas excepcionalmente, outro inseto pode ter polinizado a flor com uma espécie diferente e ocasionado essa formação”, ponderou.

Durante a visita, o diretor de Defesa Vegetal da Aged, Luís Carlos Sousa, comentou a possibilidade de os frutos da próxima geração apresentarem a mesma forma. “Os descendentes desses frutos podem herdar as mesmas características, inclusive o mesmo formato. Comunicaremos a Embrapa, para que seja realizada a pesquisa de acompanhamento e posteriormente tenhamos os resultados”, acrescentou.
Após atingirem o período de maturação, os técnicos devem recolher as sementes e levá-las para laboratórios da Embrapa. Os estudos pretendem avaliar se a anomalia afetará novos frutos, constituindo-se um fator hereditário.


Fonte: O Imparcial